segunda-feira, 1 de julho de 2013
quinta-feira, 6 de junho de 2013
O INÍCIO DO "FUNNY CAR"
A historia
dos Ramchargers e o nascimento do Fanny car.
Imagine o fim dos anos 50;
o automóvel esta em sua
maturidade e longe estão os dias em que ele não passava de um “calhambeque”,
frágil, lento e desconfortável.
A indústria automobilística americana impõe os standarts de
como um carro deve ser: confortável, potente, seguro, confiável e com um design
de fazer o coração bater mais forte. Nada mais natural que essas obras primas
fossem usadas para algo a mais do que somente ir e vir do trabalho, ou seja, o
destino de muitos deles foram as pistas de competição.
Essa também foi a época do fortalecimento das duas
categorias de maior sucesso do automobilismo americano, a NASCAR e a NHRA.
Essas corridas levavam (e ainda levam) milhares de pessoas aos autódromos e
acabavam por influenciar os mais fanáticos a não apenas assistir mas a
participar das corridas. Nesse período surgiu um time de aficionados que ajudou
a impulsionar o fenômeno Drag Racing, e também acabou criando uma categoria
própria, a Funny Car, estamos falando dos “Ramchargers”.
A arrancada americana, em seus primeiros anos, era um esporte
era bastante amador. Para competir, bastava que o piloto tivesse uma carteira
de motorista válida e que o carro estivesse com o emplacamento em dia. Isso
ajudou muito a popularização das corridas e centenas de clubes de aficionados
começaram a pipocar pelo país. Bastava que alguns amigos, apaixonados pelo
mesmo tipo ou marca de carro se reunissem nos fins de semana e pronto, um clube
estava criado. Não muito diferente do que acontece hoje aqui no Brasil.
Os ”Ramchargers” não eram nada mais do que um desses clubes,
porém algumas particularidades os faziam diferentes. Em primeiro lugar, todos
os integrantes eram engenheiros mecânicos e em segundo lugar, todos trabalhavam
para uma única empresa, a Chrysler.
Acelerar no ¼ de milha era para eles somente um hobby de fim
de semana e demorou algum tempo para que eles tivessem apoio financeiro da
própria Chrysler. A vantagem que o grupo tinha sobre os demais concorrentes era
óbvia, ninguém no país conhecia melhor o equipamento guardado sob o capo de
seus carros, afinal, todos estavam envolvidos na criação e desenvolvimento dos
motores da empresa. Completando a situação, em 1957 a Chrysler tinha lançado
aquele que se tornaria a maior lenda entre os V8 americanos, o “HEMI”.
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| Plymouth High and Mighty |
O primeiro carro construído por eles foi uma Plymouth 1949
coupe batizada de “High and Mighty” (alta e poderosa), equipada com um motor
HEMI de 354 pol. Cub. e contava com 2 carburadores
quadrijet Carter montados em uma admissão extremamente elevada em relação ao
motor. Esse tipo de admissão provou ser de grande sucesso nas pistas e deu origem
ao “Tunnel Ram” que conhecemos hoje em dia. Esse tipo de admissão é usado na
categoria que reúne os carros V8 apirados mais fortes do planeta, a “Pro Stock”.
Esse fato já prova que a genialidade mecânica dos Ramchargers era
inquestionável.
O carro era uma visão bem estranha nas pistas, o modelo
Plymouth não era o favorito entre os pilotos e preparadores e só foi escolhido
pela equipe por ser um produto Chrysler e também por ser bem barato, afinal no
começo, tudo não passava de uma brincadeira. Além da novidade do “Tunnel Ram”, o carro foi
pioneiro em outras técnicas que acabariam virando regra nas pistas. Pelas fotos
podemos ver que ele era muito alto em relação ao solo, isso sem contar com mais
uma novidade, a carroceria era deslocada no chassis. Tudo isso tinha uma boa
explicação: como todo bom engenheiro, os preparadores deste carro tinham uma
grande afinidade com a “Física”, e a ideia deles era que, com a carroceria
deslocada em relação ao carro original, no momento da largada boa parte do peso
dele fosse transferido para o eixo traseiro, aumentando assim a tração das
rodas.
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| Dodge Dart com eixos alterados |
A “engenhoca” provou ser um sucesso pois o carro bateu o
Record da categoria em 1959 e 1960, sendo a sua melhor marca 11,8 segundos a
117 milhas por hora. O carro deixou a técnica como herança para as outras
equipes e os carros com a frente alta passaram a ser comuns nas pistas por todo
o país. Estava assim criada a categoria dos “Gasser”
Na tentativa de dar continuidade ao sucesso, a equipe buscou a partir de 1962 o apoio da Dodge, depois que a Plymouth recusou patrocinar a equipe. Com isso eles passaram a
correr com Darts e como são carros com estrutura monobloco, não era possível
mover a carroceria em relação ao chassis, como na velha Plymouth. A solução foi
mover o eixo traseiro em direção a frente do carro. Essas máquinas bizarras
chamavam muito a atenção do público que passaram a chamá-los de “Funny looking cars” (carros com
aparência engraçada) e depois simplesmente “Funny Cars” . E assim foi o
nascimento da categoria.
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| Nesta foto, um "funny Car" Ramcharger, ditando as regras da categoria |
Os Ramchargers continuaram a carreira nas pistas, com muito
sucesso, inclusive alguns membros da equipe deixaram o trabalho da Chrysler e
passaram a se dedicar em tempo integral as competições. A última temporada da
equipe foi em 1986, com uma Plymouth Cuda 1970 e esse é o único carro legítimo
que pertenceu ao time e que sobreviveu. Em 1997 ela foi totalmente restaurada e
se apresenta regularmente em exposições e eventos “Drag Racing” pelo país.
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| Cuda Ramcharger |
O nome “Ramcharger” ficou tão famoso nos EUA que hoje ele é
uma marca registrada e recentemente foi lançado um livro contando em detalhes a
trajetória desses pioneiros.
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| Ramcharger Dart, com injeção mecânica de gasolina |
texto Rubens Florentino
revisão Estela Dapper
sábado, 18 de maio de 2013
P 47 THUNDERBOLT
Durante a Segunda Guerra Mundial, a aviação dita "convencional" (aviões com motores a pistão) atingiu o seu ápice. PAra suprir as necessidades dos combates e superar os inimigos, as aeronaves se tornaram mais potentes, mais rápidas e mais manobráveis, chegando no limite dos mores aeronáuticos a pistão.
Em combate, certos aviões se tornaram lendas e entre elas, temos o Thunderbolt.
O Thunderbolt foi criado como caça multi-função a partir de uma concorrência da Força Aérea do Exercito Americano. Ele de veria ter qualidades de interceptador, bombardeiro leve, apoio ao solo e caça de escolta.
A lenda em torno do P47 começou justamente nas missões de escolta dos bombardeios americanos em território alemão. Tornou-se o caça mais caro da guerra, custava 1,5 x o preço de um P51 Mustang. Esse alto valor foi devidamente “pago” nos combates aéreos, onde o visual grandalhão e desajeitado desaparecia, dando lugar a um avião rápido, manobrável, com grande poder de fogo ( 8 metralhadoras .50 ).
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| Thunderbolt escoltando uma Fortaleza Voadora |
Equipado com um motor radial de 18 cilindros e turbocompressor,
desenvolvia 2.000cv. Foi o avião que equipou a nossa jovem Força Aérea em
combate na Itália e foi a espinha dorsal das nossas esquadrilhas de caças até
meados dos anos 50.
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| P47 da FAB, esquentando os motores antes de uma missão. |
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| P47 em frente ao Museu do Expedicionário em Curitiba. |
quinta-feira, 16 de maio de 2013
segunda-feira, 13 de maio de 2013
ALEX, THE CAR GIRL
É normal que todo maníaco por carros e motos gaste um bom
tempo de sua vida checando fotos de carros e garotas pela internet. Nem precisa
dizer que eu sou um desses maníacos.
Isso sem falar que a
máquina logo atrás dela era uma Dodge Magnum , que é um carro muito raro de se
ver no circuito da “performance”.
Naturalmente procurei saber mais sobre ela e descobri que
seu nome é Alex Rogeo. Mandei uma educada solicitação de amizade no Facebook e
logo ficamos “amigos” . Ela me contou que o apelido “Car Girl” não é por acaso, além de pilotar a Magnum em alguns campeonatos
de arrancada, ainda ajuda na preparação do carro.
A paixão pelo ronco dos V8 e do cheiro de gasolina começou
exatamente como na maioria de nós, acompanhando o pai e amigos nas pistas
durante os fins de semanas e passando tempo na garage de casa, onde os carros
da família eram arrumados e preparados . A primeira experiência ao volante veio
aos 13 anos de idade e partir de então o
vírus da velocidade infectou a sua corrente sanguínea.
Atualmente ela compete na
“Pacific Street Car Association” ,
“NHRA Summit Series” e na “West Coast Hot Rod Association”, sempre
viajando entre os estados da Califórnia e Nevada.
Seu carro é uma Dodge Magnum 2003 que originalmente era
equipada com um motor HEMI de 5.7 litros, que foi substituído por uma versão
mais moderna de 6.1 litros. Esse motor foi preparado pela equipe de Alex, sempre
com ela própria ajudando e hoje conta com 6.4 litros e supercharger e mais
algumas coisinhas que a equipe prefere não revelar. A potência está na casa dos
500cv e o carro fecha o ¼ de milha na casa dos 11 segundos baixo. Lembrando que
é um carro de rua completo, pesadão.
Além de acelerar, Alex gosta de atuar nos palcos, pois está
se formando em artes cênicas na faculdade.
Outro hobby é o de cantar e ela já tem algumas músicas gravadas rolando pela
internet.
Quando contei a Alex que as “pilotas” de competição aqui no
Brasil são consideradas como heroínas nos autódromos e que algumas até contam com torcida
organizada, ela ficou muito empolgada e falou que tem vontade de nos visitar aqui
em Curitiba e assistir o nosso Festival de
Arrancada.
Claro que já sou voluntário para mostrar a cidade para ela.
segunda-feira, 6 de maio de 2013
MUSTANG V10
O Mustang sempre foi o mais desejado dos carros que a Ford
produziu. O estilo agressivo, a performance digna de um carro de pista sempre
fez com que ele povoasse os sonhos daqueles apaixonados por “Muscle Cars”.
Porém a sua carreira não foi sempre cheia de glórias,
durante a crise do petróleo da década de 70, a Ford decidiu eliminar a
personalidade esportiva do Mustang e transformá-lo em um compacto econômico. Assim
nascia o Mustang ll.
O carro nunca foi visto com bons olhos pelos fans da marca;
com performance ridícula e design de gosto duvidoso, o Mustang ll fez historio
como sendo o pior de todos os Mustangs já produzidos.
O modelo escolhido foi um “Fastback” 74 e o ano não foi escolhido por acaso, 1974
foi o mais infame no currículo do Mustang, pois o motor V8 não era oferecido
nem mesmo como opcional.
A parte mais importante do projeto é sem dúvida, o motor e o
escolhido foi o V10 das pick ups Ford Triton. Produzidos entre 1997 a 2010,
esse motor tem 6,8 litros, (413 pol. cub.) e conta com 310cv na configuração
original de fábrica. Para o projeto, o “montro” ainda recebeu um novo coletor
de admissão exclusivo, confeccionado em aço inox
Quando os membros da equipe foram perguntados sobre o “Por
Que” da escolha deste motor quando um
bom V8 poderia fazer tranquilamente o serviço (é bom lembrar que o V10 da Ford
é um motor de caminhão e não um V10 de performance como o motor do Viper), eles
responderam: O V8 seria muito óbvio,
estávamos procurando por um desafio e por algo realmente novo.
Pelas fotos podemos ver que o carro está ficando fantástico
e que pelo menos deste Mustang ll, ninguém vai poder falar mal.
Texto Rubens Jr.
Texto Rubens Jr.
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| Rodas de Corvette |
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| Estrutura tubular, com dois tanques de combustível de cada lado |
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| Ficou bonito? |
sexta-feira, 3 de maio de 2013
PNEUS PARA SEU ANTIGO
PNEUS PARA SEU ANTIGO
A Empresa curitibana PHOENIX STUDIO conta com o maior estoque do Brasil em pneus para carros clássico, hot rods e muscle cars.
A Empresa curitibana PHOENIX STUDIO conta com o maior estoque do Brasil em pneus para carros clássico, hot rods e muscle cars.
Marcas consagradas como BF Goodrich, Coker, American Classic, Firestone, nas mais diversas medidas.
Ligue e confira.
(41) 3089-9191, com o Rubens
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